Escuta Clínica para Executivos
Você bateu a meta, respondeu a todas as mensagens, ‘superou as expectativas’ nos processos de avaliação e ainda se espera que você esteja bem.
Não à toa, os números de adoecimento e afastamento por problemas de saúde mental no trabalho estão cada vez maiores. Essa dupla demanda de ter que performar e ainda se manter saudável é naturalmente conflituosa. E aqui não se trata de culpar as empresas. Gerir uma organização é uma tarefa fadada a descontentamentos e pressões. A questão é o que podemos fazer em relação a isso.
É nesse contexto que escuto gestores e executivos — não com a promessa de que o sofrimento vai acabar, nem de que isso faça você performar mais ou ficar mais saudável. O que essa escuta oferece é outra coisa: um espaço para questionar, elaborar, interpretar e ampliar a capacidade de perceber o que acontece dentro e fora de você. E é sempre a partir do que se percebe que se decide.
É essa percepção que se amplia: enxergar com mais clareza que forças ou vetores estão em jogo e, com eles à vista, reconhecer as opções que você de fato tem num dado contexto. Porque, se não é verdade que querer é poder, também não é verdade que você não seja sujeito da própria história. Há sempre alguma margem de manobra, por menor que seja.
O importante não é o que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós.
Sartre
O que é
Um espaço de escuta clínica para quem lidera
Fora do sistema de avaliação da empresa
Sigiloso e independente de qualquer processo organizacional
Uma escuta que pergunta, provoca, devolve percepções
O que não é
Coaching, mentoria de carreira ou consultoria de gestão
Aconselhamento
Uma escuta passiva
Uma promessa de performar mais ou de acabar com o sofrimento
Markus Fourier é psicólogo, atuou dez anos dentro de empresas, como gerente de pessoas, consultor e facilitador em processos de desenvolvimento humano. Hoje, escuta executivos e organizações.